Atualização de setembro · Novo capítulo Novo
Quando as três travas estão fechadas — Cap. 13B da Síndrome Coronariana Crônica no ar
O Capítulo 13A terminou num paciente sem espaço: fração de ejeção baixa, pressão justa, frequência lenta — e angina limitante mesmo assim. A célula mais apertada da matriz não estava vazia, e estas são as drogas que moram nela: ivabradina, trimetazidina, ranolazina e nicorandil. A abertura é um simulador de duas agulhas: você escolhe a droga e vê o que ela cobra de pressão e de frequência — betabloqueador e verapamil derrubam as duas barras, a ivabradina derruba uma, trimetazidina e ranolazina não derrubam nenhuma, e o nicorandil derruba a pressão. A pergunta do capítulo é o avesso da anterior: o que esta droga cobra do paciente? Depois a matriz do 13A volta invertida: em vez de escolher o paciente e receber as drogas, você escolhe a droga e vê onde ela mora — a ivabradina acende só as quatro células de frequência alta, ranolazina e trimetazidina acendem as oito, porque quem não cobra nada nunca é excluído por falta de espaço. Ainda: o canal If e a exigência absoluta de ritmo sinusal, os fosfenos, a dose máxima, e os dois desfechos da ivabradina — não reduz na coronariopatia sem insuficiência cardíaca, reduz com ICFER associada; a trimetazidina que troca o combustível do miócito sem tocar na mecânica; a ranolazina que fecha o canal de sódio e segura o cálcio atrás dele, com o MERLIN-TIMI 36 e a ressalva que decide questão — aumentou o QT e não aumentou arritmias —, mais as listas PAPERS e CARDIO; o nicorandil desmascarado como o intruso que não é neutro; e o alopurinol, que aparece só para sair da lista. Fecha com a Ala Metabólica do Hospital Coronário, 20 questões, 8 casos, 35 flashcards, 15 pegadinhas e o Hipocampo.